Logo Pfizer Saúde Animal
CONTROLE DA DIARRÉIA NEONATAL DE BEZERROS POR MEIO DA VACINAÇÃO DAS VACAS PRENHES COM SCOURGUARD 3 (K)/C E TRANSFERÊNCIA DE ANTICORPOS AOS RECÉM-NASCIDOS POR MEIO DO COLOSTRO
 

O presente estudo foi realizado no Brasil, para confirmar a eficácia da vacina ScourGuard 3 (K)/C no controle da diarréia neonatal em bezerros causada pelo Rotavírus, Coronavírus, Escherichia coli e Clostridium perfringens tipo C. Os trabalhos foram realizados em 36 fazendas de criação de gado de corte e leite envolvendo 720 vacas e/ou novilhas de diferentes raças, com idade variando entre 24 e 154 meses em várias regiões do Brasil. As vacinações foram feitas pela via intramuscular. Do total de 720 vacas e/ou novilhas prenhes incluídas no estudo, 701 (97,4%) bezerros nasceram vivos e saudáveis. Destes, 52 bezerros (7,4%) tiveram diarréia. A vacina ScourGuard 3 (K)/C, quando administrada nas fêmeas prenhes aproximadamente 45 e 30 dias antes do parto, demonstrou ser segura e eficiente no controle da diarréia neonatal.


INTRODUÇÃO
A diarréia neonatal dos bezerros é uma síndrome de etiologia multifatorial, resultante da interação entre agentes infecciosos (bactérias, toxinas bacteriana, vírus, protozoários, parasitas), fatores não-infecciosos relacionados à alimentação e ao meio ambiente relacionado às condições de higiene dos criatórios, densidade, manejo, condições sanitárias das mães (Benesi, 1996). É uma das principais causas de perdas econômicas em bovinos jovens de leite e de corte. Bezerros acometidos por diarréia desenvolvem uma severa desidratação, desbalanço eletrolítico, acidose e, em casos severos, morte do bezerro. Entre as causas infecciosas da diarréia neonatal dos bezerros, incluem-se as bactérias enterotoxigênicas como a Escherichia coli K99, que provocam a síndrome entérica nos bezerros pela colonização dos enterócitos pelo pili ou antígeno de aderência K99 e produção de enterotoxinas (Valente et al., 1988). Entre as causas bacterianas importantes incluem-se ainda o Clostridium perfringens, principalmente o tipo C, causador de enterotoxemia hemorrágica (Pestana de Castro & Yano, 1992). Outros agentes como Salmonella ou causas parasitárias também podem estar envolvidos, entretanto estes últimos agentes tendem a causar diarréia mais tardiamente. Entre os vírus os mais importantes são os Rotavírus e Coronavírus (Jerez et al., 1988; Weiblen, 1992, Buzinaro et al., 1996). Além destes, destacam-se ainda os agentes parasitários como Cryptosporidium e Coccidia (Charles et al., 1992; Lima, 1992; Souza & Lopes, 1992).

Os vírus e os protozoários causam lesões nas células das vilosidades intestinais, resultando em atrofia dessas vilosidades, ocorrendo em conseqüência dificuldade de absorção e digestão dos alimentos, fermentação e permanência de substâncias não digeridas na luz intestinal, resultando nas diarréias. Os efeitos da proteção pelo colostro em relação à incidência e severidade da diarréia infecciosa neonatal estão bem estabelecidos (Valente et al., 1988; Wittum & Perino, 1995; Yano et al., 1995). O presente estudo teve por objetivo avaliar o controle da diarréia neonatal causada por Escherichia coli, Rotavírus, Coronavírus e Clostridium perfringens tipo C nas condições de campo no Brasil, pela utilização da vacina ScourGuard 3 (K)/C (Marca Registrada de Pfizer Inc.), indicada para vacinação das vacas prenhes e transferência de anticorpos pelo colostro aos recém-nascidos.

MATERIAL E MÉTODO
O estudo foi conduzido em 36 fazendas de gado de corte e leite em diversas regiões do Brasil sem histórico anterior de vacinação das vacas contra a diarréia neonatal em bezerros. Foram utilizadas no total 720 vacas ou novilhas prenhes de corte e de leite de diferentes raças e idades, criadas sob diferentes condições climáticas e de manejo. Em cada fazenda foram selecionadas 20 vacas e/ou novilhas no terço final da gestação e com idade variando entre 24 e 154 meses. No dia 0, a prenhez foi confirmada por palpação retal e selecionaram-se aquelas que apresentavam idade gestacional acima de 7 meses. Neste mesmo dia, as vacas ou novilhas selecionadas receberam a primeira dose da vacina ScourGuard 3 (K)/C. Duas a três semanas antes da data prevista para o parto, elas receberam a segunda vacinação na dose de 2 ml via IM. Após cada vacinação, os animais foram observados por aproximadamente uma hora e a seguir diariamente até a parição, sendo anotadas as ocorrências indesejáveis. Após o nascimento, os bezerros foram mantidos juntos com suas mães por um período mínimo de 24 horas para garantir a ingestão de colostro dentro das primeiras horas de vida. Todos os bezerros nascidos das vacas vacinadas foram observados até 30 dias de idade para sinais clínicos de diarréia, sendo anotadas a presença e a gravidade da doença, além de outras observações.

RESULTADO E DISCUSSÃO
Foram envolvidas neste estudo 720 vacas ou novilhas pertencentes a 36 fazendas com histórico de diarréia em bezerros recém-nascidos. Do total de 720 novilhas ou vacas prenhes vacinadas, nasceram 701 (97,4%) bezerros vivos e saudáveis (Tabela 1). Dezenove (19) vacas ou novilhas (2,6%) tiveram natimortos por problemas de partos distóxicos/gemelares ou acidentes com as vacas. Dos 701 bezerros nascidos vivos, 52 apresentaram diarréia dentro dos primeiros trinta dias de vida, representando uma freqüência de 7,4%. Esta porcentagem é numericamente menor do que a média geral de diarréia (25%) informada pelos proprietários ou veterinários segundo suas observações pessoais. Dos 52 bezerros que tiveram diarréia, 31 (59,6%) apresentaram diarréia branda, 16 (30,7%) moderada e apenas 5 (9,6%) apresentaram diarréia considerada grave (Tabela 2). Não se pesquisou a etiologia exata destas diarréias devido às dificuldades, restringindo-se o estudo a observações clínicas. Do total de bezerros com diarréia, apenas um foi a óbito, sendo que 51 recuperaram-se com uma ou duas doses de tratamento antibacteriano. Os resultados obtidos com este estudo mostram que, embora não tenha sido confrontado com um grupo controle similar aos grupos vacinados, houve uma freqüência de casos bem reduzida em relação ao histórico da maioria das propriedades. As diarréias foram inferiores aos achados de outros autores como Madruga et al., (1982) que reportaram a ocorrência de diarréia em 55% dos casos de doença dos bezerros de corte e informe pessoal de Ortolani & Jerez, citado por Benesi (1996), que encontraram uma cifra de 42,9% de diarréia, sendo a principal doença diagnosticada de um total de 653 bezerros enfermos com idade até 60 dias. Os resultados deste estudo mostram ainda que a diarréia em bezerros recém-nascidos é uma enfermidade de alta incidência tanto na exploração para corte como para leite e que o uso da vacina ScourGuard 3 (K)/C composta dos antígenos inativados de Rotavírus, Coronavírus, pela bacterina de Escherichia coli e toxóide de Clostridium perfringens tipo C, é segura e apresenta alta eficácia no controle da diarréia neonatal causada pelos agentes infecciosos citados. A vacinação de vacas prenhes com a vacina ScourGuard 3 (K)/C representa uma ferramenta de grande utilidade para os médicos veterinários e fazendeiros como auxiliar na prevenção da diarréia neonatal. Deve-se sempre assegurar a ingestão do colostro pelo recém-nascido nas primeiras horas de vida e aliar uma excelente prática de manejo alimentar, higiene dos criatórios e medidas gerais de profilaxia a fim de reduzir o desafio e aumentar a eficácia do programa de controle da diarréia neonatal, melhorando, desta forma, os retornos econômicos.

Tabela 1. Número de vacas vacinadas, número de bezerros nascidos vivos, número e porcentagem de bezerros com diarréia e histórico da incidência de diarréia em cada fazenda.

Teste Localização das Fazendas Vacas ou Novilhas Bezerros com diarréia / nascidos vivos (%) Histórico da incidência de diarréia nas Fazendas*
1 Dourados (MS) 21 2/20 (10%) 28%
2 Santa Inês (MA) 20 0/19 (0%) 18%
3 Anapólis (GO) 20 1/16 (6,3%) 20%
4 Rio Verde (GO) 20 5/19 (26,3%) 8%
5 Miranda do Norte (MA) 20 1/20 (5%) 35%
6 Major Isidoro (AL) 20 0/18 (0%) 30%
7 Ubiratan (PR) 20 0/20 (0%) 5%
8 Timon (MA) 20 1/20 (5%) 15%
9 Fortim (CE) 20 5/20 (25%) 30%
10 Bananal (BA) 20 4/20 (20%) 50%
11 Chapada dos Guimarães (MT) 20 0/20 (0%) 1%
12 Ribas do Rio Pardo (MS) 20 2/19 (10,5%) 13%
13 Campo Grande (MS) 20 0/21 (0%) 15%
14 Coxim (MT) 20 2/19 (10,5%) 3%
15 Jaboatão (PE) 20 0/19 (0%) 15%
16 São Carlos (SP) 20 1/20 (5%) 3%
17 Barretos (SP) 20 2/20 (10%) 30%
18 Jardim (MS) 20 0/20 (0%) 5%
19 Linhares (ES) 20 0/20 (0%) 35%
20 José Bonifácio (SP) 20 0/20 (0%) 19%
21 Cachoeira (BA) 20 5/19 (26,3%) 50%
22 Bela Vista (GO) 20 2/17 (11,8%) 50%
23 Içara (SC) 20 2/20 (10%) 5%
24 Joaquim Távora (PR) 20 0/20 (0%) 15%
25 Capitólio (MG) 20 0/20 (0%) 7%
26 Pará de Minas (MG) 20 0/19 (0%) 30%
27 São G. do Amarante (RN) 20 3/19 (15,8%) 90%
28 Indiana (SP) 20 3/20 (15%) 25%
29 Ahumas (SP) 20 1/18 (5,6%) 30%
30 Ipixuna (PA) 20 1/20 (5%) 50%
31 Anapólis (GO) 20 0/20 (0%) 30%
32 Peritoró (MA) 20 2/20 (10%) 27%
33 Pres. Kennedy (ES) 20 6/20 (30%) 45%
34 Ariquemes (RO) 20 1/20 (5%) 15%
35 Eunápolis (BA) 20 2/20 (10%) 30%
36 Chapecó (SC) 20 2/19 (10,5%) 30%
  Total: 36 fazendas 20 52/701 (7,4%) 25%

* Informações do Veterinário/Proprietário.

Tabela 2. Localização das fazendas onde ocorreu diarréia, número de bezerros com diarréia e severidade da diarréia.

Teste Localização Das Fazendas Número de bezerros com diarréia Severidade da diarréia
Leve Moderada Grave
1 Dourados (PR) 2 2 0 0
3 Anapólis (GO) 1 1 0 0
4 Rio Verde (GO) 5 2 3 0
5 Miranda do Norte (MA) 1 1 0 0
8 Timon (MA) 1 0 1 0
9 Fortim (CE) 5 3 2 0
10 Bananal (BA) 4 4 0 0
12 Ribas do Rio Pardo (SP) 2 0 2 0
14 Coxim (MT) 2 1 1 0
16 São Carlos (SP) 1 1 0 0
17 Barretos (SP) 2 2 0 0
21 Cachoeira (BA) 5 0 5 0
22 Bela Vista (GO) 2 0 0 2
27 São G. do Amarante (RN) 3 1 1 1
28 Indiana (SP) 3 3 0 0
29 Ahumas (SP) 1 1 0 0
30 Ipixuna (PA) 1 1 0 0
32 Peritoró (MA) 2 1 1 0
33 Pres. Kenedy (SP) 6 5 0 1
34 Ariquemes (RO) 1 1 0 0
35 Eunápolis (BA) 2 1 0 1
  Total: 21 fazendas 52 31 16 5

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BENESI, J.F. Diarréia infecciosa neonatal dos bezerros. Anais do I Simpósio Pfizer sobre Doenças Infecciosas e Vacinas para Bovinos. Guarulhos, 19-20 de junho de 1996, p. 15-24, 1996.
BUZINARO, M.G.; MUNFORD, V.; BRITO, W.M.E.D.; RÁÇZ, M.L.; JEREZ, J.A. Serological caracterization of group A rotaviruses in dairy cattle from the Agricultural Regional Division of Ribeirão Preto City, São Paulo State, Brazil. In: Encontro Nacional de Virologia, 8. São Lourenço, 24-27 de novembro de 1996. P. 49, 1996.
CHARLES, T.P.; SOUZA, J.C.P.; REIS, S.S. Crisptosporidiose. In: Diarréia dos Bezerros. Charles, T.P. & Furlong Eds., Coronel Pacheco, Embrapa-CNPGL, p.98-107, 1992.
JEREZ,J.A.; ORTOLANI E.L.; DURIGON, E.C. Mixed rotavirus-cryptosporidia infection associated with neonatal calf diarrhea. In Encontro Nacional de Virologia, 1988, São Lourenço. Resultamos, p. 79, 1988.
LIMA, J.D. Eimeriose, In: Diarréia dos Bezerros. Charles, T.P. & Furlong Eds., Coronel Pacheco, Embrapa-CNPGL, p. 74-83, 1992.
MADRUGA, C.R.; SCHENK, M.A.A.; GOMES,A. et al. Identificação das principais causas de morbidade e mortalidade de bezerros. In: Congresso Brasileiro de Medicina - Veterinária, 19, Camboriú, 1982, Anais, p. 39, 1982.
ORTOLANI, E.L.; JEREZ, J.A. In: BENESI, J.F. Diarréia Infecciosa neonatal dos bezerros. Anais do I Simpósio Pfizer sobre Doenças Infecciosas e Vacinas para Bovinos. Guarulhos, 19-20 de junho de 1996, p. 15-24, 1996.
PESTANA DE CASTRO, A.F. & YANO, T. Principais doenças diarréicas dos bezerros de origem bacteriana. In: Diarréia dos bezerros. Charles, T.P. & Furlong Eds., Coronel Pacheco, Embrapa-CNPGL, p. 1-38, 1992.
SOUZA, J.C.P. & C.W.G. Criptosporidiose em bezerros de rebanhos da bacia leiteira sul - fluminense, Estado do Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, 4(1):33-36, 1995.
VALENTE, C.; FRUGANTI, G.; TESEI, B.; CIORBA, A.; CARDARAS, P.; FLORIS, A.;
BORDONI, E. Vaccination of pregnant cows with K99 antigen of enterotoxigenic Escherichia coli and protection by colostrum in newborn calves. Comparative Immunology, Microbiology and Infectious Disease, 11(3/4): 189-198, 1988.
WEIBLEN, R. Diarréia neonatal por coronavírus e rotavírus bovino. In: Diarréia dos Bezerros. Charles, T.P. & Furlong Eds., Coronel Pacheco, Embrapa-CNPGL, p.40-71, 1992.
WITTUM, T.E. & PERINO, L.J. Passive immune status at postpartum hour 24 and long-Term health and performance of calves. American Journal of Veterinary Research, 56:1149-1154, 1995.
YANO, T.; GARCIA, M.; LEITE, D.S.; PESTANA DE CASTRO, A.F.; SHENK, M.A.M. Determination of the efficiency of K99-F41 fimbrial antigen vaccine in newborn calves. Brazilian Journal of Medical and Biological Research, 28(6):651-654, 1995.

IMPACTO DE IBR E DE BVD SOBRE A EFICIÊNCIA REPRODUTIVA EM GADO DE CORTE
REAÇÃO CLÍNICA DE BEZERROS SOB DESAFIO DIRETO AO VÍRUS DA IBR E BVD: COMPARAÇÃO DE DUAS VACINAS E CONTROLE NEGATIVO.*
SEGURANÇA DA VACINA CATTLEMASTER 4 PRODUZIDA COM A CEPA RLB 106 DO VÍRUS HVB-1, VIVO TERMOSSENSÍVEL MODIFICADO QUIMICAMENTE, EM VACAS E/OU NOVILHAS PRENHES EM CONDIÇÕES DE CAMPO NO BRASIL*
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA DOS TRABALHOS DE EFICÁCIA E SEGURANÇA DA CEPA RLB 106 Termossensível (TS) do Herpes vírus bovino tipo I (Rinotraqueíte infecciosa bovina - IBR) em vacinas comerciais.
EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DA CAMPILOBACTERIOSE GENITAL BOVINA
ÍNDICES REPRODUTIVOS EM GADO DE CORTE
AVALIAÇÃO DA RESPOSTA DE ANTITOXINAS BETA E ÉPSILON DE CLOSTRIDIUM PERFRINGENS INDUZIDAS EM BOVINOS E COELHOS POR SEIS VACINAS COMERCIAIS NO BRASIL
LEVANTAMENTO DA INCIDÊNCIA DE REAÇÕES VACINAIS E/OU MEDICAMENTOSAS EM CARCAÇAS DE BOVINOS DESOSSA EM FRIGORÍFICOS NO BRASIL
EFICÁCIA DO CLORIDRATO DE OXITETRACICLINA DE LONGA AÇÃO NO TRATAMENTO NA ANAPLASMOSE EM BOVINOS SUBMETIDOS A PREMUNIÇÃO.
REAÇÕES VACINAIS EM BOVINOS: REAÇÕES NOS LOCAIS DE APLICAÇÃO DE VACINAS CONTRA CLOSTRIDIOSES
CONTROLE DA DIARRÉIA NEONATAL DE BEZERROS POR MEIO DA VACINAÇÃO DAS VACAS PRENHES COM SCOURGUARD 3 (K)/C E TRANSFERÊNCIA DE ANTICORPOS AOS RECÉM-NASCIDOS POR MEIO DO COLOSTRO
AVALIAÇÃO TÉCNICA E ECONÔMICA DA PECUÁRIA DE CORTE
DIAGNÓSTICO DE CLOSTRIDIOSES E CONTROLE DE QUALIDADE DAS VACINAS
PRODUÇÃO DE CARNE BOVINA DE ALTA QUALIDADE
USO TERAPÊUTICO DA TERRAMICINA/LA CONTRA ANAPLASMOSE AGUDA EM BOVINOS: RESULTADOS BRASIL
     
Todas as informações contidas neste site são destinadas ao público brasileiro.
Os textos aqui apresentados são apenas de caráter informativo e não
substituem, em hipótese alguma, as orientações do seu médico.
Para obter informações sobre a Pfizer USA, clique aqui.
Todos os direitos reservados. Condições de uso.
Pfizer Fone Saúde Animal: 0800 11 1919
Bluecore