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SEGURANÇA DA VACINA CATTLEMASTER 4 PRODUZIDA COM A CEPA RLB 106 DO VÍRUS HVB-1, VIVO TERMOSSENSÍVEL MODIFICADO QUIMICAMENTE, EM VACAS E/OU NOVILHAS PRENHES EM CONDIÇÕES DE CAMPO NO BRASIL*

 


O estudo foi realizado para demostrar a segurança da vacina CattleMaster 4 em vacas e/ou novilhas prenhes, em 56 fazendas de gado de corte e leite envolvendo 1.118 vacas e/ou novilhas de diversas raças sob diferentes condições de manejo em várias regiões do Brasil. No dia 0 (aproximadamente 90 dias antes da data estimada da parição) as vacas e/ou novilhas receberam uma injeção intramuscular de 2 ml da vacina CattleMaster 4 e, 2 a 4 semanas mais tarde elas receberam uma segunda dose.
Das 1.118 vacas e/ou novilhas prenhes incluídas no estudo, 1.075 (96%) bezerros nasceram vivos e saudáveis, 51 bezerros foram abortados ou nasceram mortos. Abortos ocorreram em 20 vacas (1,8%), 18 (1,6%) bezerros nasceram mortos devido distorcia fetal ou gestação gemelar, 1 (0,08%) morreu durante o parto, 6 (0,5%) mortes ocorreram devido a acidentes com as mães e 6 (0,5%) nasceram mortos ou nasceram com defeitos congênitos. Os resultados obtidos permitem concluir-se que a vacina CattleMaster 4, não induz reações indesejáveis e é segura em vacas e/ou novilhas prenhes.

INTRODUÇÃO
As constantes buscas por maior produtividade e desempenho da pecuária de corte ou de leite no Brasil tem levado à consideráveis mudanças na forma de criação, alterando assim muitas práticas e manejos até então não utilizadas na criação dos animais. Estas mudanças quase sempre objetivam um melhor aproveitamento do potencial genético do animal, da mão de obra, da área explorada e do potencial de ganho dos produtores, resultando nestas circunstâncias em uma maior rapidez na renovação do plantel, densidade animal por hectare cada vez maior e por conseguinte, resultando em mudanças estruturais no manejo. Embora estes avanços sejam essenciais na obtenção de uma maior produtividade eles também propiciam condições epidemiológicas mais favoráveis para a manutenção de agentes patogênicos pela maior rapidez de renovação de animais susceptíveis e maior facilidade de transmissão dos agentes, bacterianos, virais, protozoários, devido as maiores aglomerações. Entre as viroses merece destaque o Herpesvirus bovino tipo 1 (HVB-1) agente da rinotraqueíte infecciosa bovina (IBR), por produzir perdas significativas na produtividade da pecuária de corte e leite em todo o mundo. A IBR caracteriza-se por apresentar quadros clínicos de rinotraqueítes, conjuntivites, vulvovaginites, balonopostites, meningoencefalites e falas reprodutivas, incluindo abortos, natimortos e nascimento de bezerros débeis e quadros de enterite (Lemaire et al., 1974). O HVB-1 é excretado pelas secreções oculares, respiratórias, secreções genitais e através de sêmen de touros infectados, sendo a via oro-nasal uma das principais vias de transmissão pelo contato direto entre animais infectados e não infectados. Além disso, o HBV-1 tem a importante característica epidemiológica em entrar em estado de latência, permanecendo "inativo" em células ganglionárias do animal infectado, podendo apresentar quadros de recrudescimento e re-excreção de tempos em tempos, com ou sem sinais clínicos. A inseminação artificial com sêmen contaminado, sem um controle adequado, tem um importante papel na entrada da doença em rebanhos que nunca tiveram contato com o vírus (Lemaire et al., 1974). O vírus HVB-1 encontra-se presente em praticamente todos os países do mundo onde se criam bovinos, com exceção de alguns países europeus onde a doença é mantida sob rígido controle através de programas de erradicação, que incluem a vacinação com vacinas de marcadores genéticos e eliminação dos animais soropositivos por infecção. Entretanto outros países da Europa apresentam níveis elevados de rebanhos soropositivos que variam entre 20 a 80%, sendo impraticável a aplicação de um programa de erradicação (Ackermann et al.,1990; Straub, 1991; Van Oirschot et al., 1996). Nos Estados Unidos e Canadá, a doença tem caráter endêmico e aqueles países optaram pelo controle através da imunoprofilaxia. No Brasil, diversos inquéritos sorológicos tem mostrado alta freqüência de animais e rebanhos soropositivos semelhantes aqueles da Europa, variando entre 10,7% a 85,7% (Wizigman et al., 1972; Mueller et al., 1981; Ravazollo et al., 1989; Lovato et al., 1995; Vidor et al., 1995, Richtzenhain et al., 1998). Esta alta incidência de rebanhos e animais infectados dificulta e mesmo impossibilita o sucesso da aplicação de um programa de erradicação da IBR a nível nacional. Deste modo, programas de controle, através principalmente de vacinações são propostos no sentido de diminuir os prejuízos causados por esta doença. As vacinas atualmente disponíveis para utilização nestes programas são produzidas com vírus inativado, vírus vivo modificado, ou vírus vivo termossensível modificado quimicamente, além de vacinas com marcadores genéticos obtidos pela eliminação de um gene que codifica uma glicoproteína do vírus HVB-1. A característica mais importante destas vacinas além da imunogenicidade, refere-se a inocuidade ou segurança para os animais vacinados, principalmente as vacas prenhes. No Brasil, apenas as vacinas inativadas e vacinas com vírus vivo termossensivel modificado quimicamente estão autorizadas pelo Ministério da Agricultura. As vacinas com vírus vivo modificados pelas técnicas tradicionais, por passagens sucessivas em culturas de tecidos, são administradas por via subcutânea ou intramuscular, apresentando infecções subclínicas e excreção e transmissão do vírus vacinal, sendo contra indicadas para aplicação em vacas prenhes por serem abortogênicas. As vacinas produzidas com o vírus vivo termossensível modificado quimicamente (cepa RLB 106, indicadas para aplicação intramuscular, têm mostrado a vantagem sobre a vacina viva modificada tradicional, por ser além de altamente imunogênica, induzindo inclusive uma alta imunidade mediada por células (Ellis & Cortese, 1994), ser também bastante segura, não ter efeito abortogênico e não ocorrer eliminação e transmissão do vírus vacinal, uma vez que as temperaturas do corpo do animal iguais ou maiores do que 38,5 ºC, inativam o vírus vacinal após uma ou duas replicações no organismo.

A segurança desta cepa foi exaustivamente estudada por vários autores (Zygraich et al., 1974 a; b; Kucera et al., 1978; Talens et al., 1989; Spire et al., 1995; Fergusson et al., 1997) que demonstraram a sua segurança tanto em animais jovens como em vacas prenhes, mostrando também a irreversibilidade da patogenicidade. O presente estudo foi delineado para confirmar a segurança da vacina CattleMaster 4 (Marca Registrada de Pfizer Inc. USA), produzida com os vírus vivos termossensíveis, modificados quimicamente, cepa RLB 106, do HVB-1 e PI-3 em vacas prenhes em condições de campo no Brasil. Esta vacina inclui ainda o vírus sinssicial respiratório dos bovinos (BRSV) vivo atenuado e o vírus da diarréia viral bovina (BVD) inativado.
MATERIAL E MÉTODO
Local do estudo e animais

O estudo foi conduzido em 56 fazendas de gado de corte e leite em diversas regiões do Brasil, sem histórico anterior de vacinações dos rebanhos contra a IBR, BVD ou leptospirose. Foram utilizadas 1.118 vacas ou novilhas prenhes de corte e de leite de diferentes raças, criadas sob diferentes condições de manejo.

PROCEDIMENTO
Em cada fazenda foram utilizadas 20 vacas ou novilhas no terço final da gestação e com idade variando entre 24 e 154 meses. No dia 0, a prenhes foi confirmada por paupação retal das vacas ou novilhas e foram selecionadas para o estudo, segundo as datas previstas de parição. Após a coleta de amostras de sangue destas vacas, elas receberam a primeira dose da vacina CattleMaster 4 e, entre duas e quatro semanas mais tarde, elas receberam uma Segunda vacinação com a mesma vacina, de acordo com as indicações de bula, na dose de 2 ml via IM. Após as vacinações, os animais foram observados durante 1 hora e em seguida periodicamente até a parição, sendo anotadas quaisquer ocorrências indesejáveis. As amostras de soro obtidas do sangue, foram armazenadas a -20ºC e foram usadas para titulação de anticorpos contra o HVB-1 e o vírus da BVD pela técnica de soro-neutralização, e contra a leptospirose pela técnica de microaglutinação microscópica, nos casos em que ocorreram abortos das vacas experimentais sem causa definida, sendo incluídas também uma amostra de soro após o aborto.
RESULTADO E DISCUSSÃO
Foram envolvidos no estudo, 1.118 vacas e/ou novilhas pertencentes a 56 Fazendas localizadas em 14 Estados do Brasil (Tabela 1). Deste total, 1.075 (96,2%) vacas/novilhas tiveram bezerros que nasceram vivos e saudáveis. Vinte (20) vacas/novilhas (1,8%) abortaram 18 (1,6%) bezerros nasceram mortos por problemas de distocia fetal ou gestação gemelar, 1 (0,1%) bezerro morreu durante o parto, 6 (0,5%) vacas/novilhas morreram por acidente e 6 (0,5%) bezerros nasceram mortos ou com defeitos congenitos. Estes dados são condizentes com as observações de Pelegrini et al., (1999) que relataram um índice de 1,9% de aborto após vacinação contra a febre aftosa com vacina oleosa, produzida com antígeno inativado, concluindo que a vacinação pelas vias tanto intramuscular como pela via isquiorretal não interferiram com a gestação. Estes dados são também semelhantes aos resultados de outro estudo referente a vacinação de vacas prenhes
Número de bezerros mortos-abortos
Teste Localização
das Fazendas
Vacs/
Novilhas
Bezerros
nascidos
vivos
Abortos Partos
distócicos/
Gemelar
Mortos
no Parto
Mortes das vacas/
Acidentes
Natimortos
/Defeitos
Congênitos
1 Eldorado (MS) 20 19 1 0 0 0 0
2 Cascavel (PR) 20 20 0 0 0 0 0
3 Ramilândia (PR) 20 20 0 0 0 0 0
4 Santa P. do
Oeste (PR)
20 20 0 0 0 0 0
5 Itumbiara (GO) 20 18 2 0 0 0 0
6 Coxim (MS) 20 19 1 0 0 0 0
7 São Lorenço
do Sul (RS)
20 20 0 0 0 0 0
8 Paranavaí (PR) 20 20 0 0 0 0 0
9 Três Lagoas
(MS)
20 19 0 0 1 0 0
10 Campina do
Monte Alegre
(SP)
20 20 0 0 0 0 0
11 Santiago (RS) 20 19 0 1 0 0 0
12 Pelotas (RS) 20 19 0 1 0 0 0
13 Cachoira do
Sul (RS)
20 20 0 0 0 0 0
14 Casimiro de
Abreu (RJ)
20 20 0 0 0 0 0
15 Carlos Chagas
(MG)
20 20 0 0 0 0 0
16 Ribas do Rio
Pardo (MS)
20 20 0 0 0 0 0
17 Bodoquena (MS) 19 18 0 0 0 0 1
18 São Carlos
(SP)
20 20 0 0 0 0 0
19 Governador
Valadares (MG)
19 19 0 0 0 0 0
20 Frei Inocêncio
(MG)
20 20 0 0 0 0 0
21 Santa Cruz do
Rio Pardo (SP)
20 20 0 0 0 0 0
22 Avaré (SP) 20 19 1 0 0 0 0
23 Rio Pardo (RS) 20 20 0 0 0 0 0
24 Cianorte (PR) 20 17 3 0 0 0 0
25 Mamborê (PR) 20 19 0 0 0 1 0
26 Três Lagoas
(MS)
20 19 1 0 0 0 0
27 Cristalina (GO) 20 20 0 0 0 0 0
28 Sales Oliveira
(SP)
20 18 2 0 0 0 0
29 São Gabriel
(RS)
20 20 0 0 0 0 0
30 Içara (SC) 20 19 0 1 0 0 0
31 Roncador (PR) 20 20 0 0 0 0 0
32 Guarda-mor
(MG
20 20 0 0 0 0 0
33 Matutina (MG) 20 19 0 0 0 1 0
34 Campina
Grande (PB)
20 19 0 1 0 0 0
35 Cansanção (BA) 20 20 0 0 0 0 0
36 Ipixuna
(PA)
20 20 0 0 0 0 0
37 Paragominas
(PA)
20 20 0 0 0 0 0
38 Descalvado
(SP)
23 17 0 6 0 0 3
39 General
Salgado (SP)
20 20 0 0 0 0 0
40 Batatais
(SP)
20 18 0 4 0 0 0
41 Caçapava
(SP)
20 17 0 5 0 0 1
42 Ipixuna
(PA)
20 17 1 0 0 2 0
43 B. Guabiraba
(PE)
17 17 0 0 0 0 0
44 Carmolândia
(TO)
20 19 0 0 0 0 1
45 Anapolis (GO) 20 20 0 0 0 0 0
46 Matias Cardoso (MG) 20 18 2 0 0 0 0
47 Esmeralda (MG) 20 16 3 0 0 1 0
48 Nova Veneza (GO) 20 18 2 0 0 0 0
49 Camaquã
(RS)
20 20 0 0 0 0 0
50 São Luiz
Gonzaga (RS)
20 20 0 0 0 0 0
51 São Gabriel
(RS)
20 20 0 0 0 0 0
52 Mogi Mirim
(SP)
20 20 0 0 0 0 0
53 Rondonópolis
(MT)
20 20 0 0 0 0 0
54 Além Paraíba
(MG)
20 19 0 0 0 1 0
55 Vassouras
(RJ)
20 19 1 0 0 0 0
56 Campos Novos
(SC)
20 20 0 0 0 0 0
Total 1.118 1.075
(96,2%)
20
(1,8%)
18
(1,6%)
1
(0,1%)
6
(0,5%)
6
(0,5%)


com a vacina ScourGuard 3 K/C (Marca registrada de Pfizer Inc. USA) composta pela bacteria de Escherichia coli e pelos vírus rota e corona inativados, na prevenção de diarréia neonatal em bezerros (Moro et al., 2000), que apresentou um índice de nascimento de 97,4%. Os resultados sorológicos das vacas/novilhas do presente estudo que abortaram (Tabela 2), mostraram títulos de anticorpos contra HVB-1 que variaram entre 1: 16 e 1:64 nas amostras de soro pré-vacinação (11 vacas) e entre 1:4 e 1:64 nos soros após o aborto (9 soros). Contra o vírus da BVD, os títulos antes da vacinação (8 soros) variaram entre 1:4 e 1:64 e, entre 1:8 e 1:64 após o aborto (5 soros). A microaglutinação com antígenos de leptospira realizada em apenas um soro mostrou títulos de 1:400 frente ao sorovar gryppotiphosa, 1:200 para a variante wolffi e 1:100 frente a hardjo e copenhageni. A sorologia de outras vacas/novilhas que abortaram não foi realizada devido ao soro não Ter sido coletado ou por ser impróprio para uso. Tais resultados mostram que provavelmente as vacas/novilhas já tiveram contato prévio com ao agentes antes da vacinação. Não se observaram nenhum sinal clínico de reações indesejáveis após as vacinações e nenhuma das vacas/novilhas desenvolveram sinais clínicos de IBR, BVD ou leptospirose. O estudo foi conduzido em rebanhos sem histórico de vacinação contra IBR, BVD ou leptospirose e os casos de aborto ocorridos poderiam estar relacionados com infecções prévias pelos vírus HVB-1 ou BVD ou por leptospira, ou devido a outros fatores individuais ou associados (Vieira, 1998), agentes patogênicos ou problemas de manejo. Os resultados aqui relatados confirmam a segurança e inocuidade da vacina CattleMaster 4 produzida com o vírus vivo termossensível modificado quimicamente, cepa RLB 106 do HVB-1 e mostraram que a vacina não é abortogênica sendo altamente segura para aplicação mesmo em vacas prenhes não interferindo na gestação.

Tabela 2. Resultados sorológicos das vacas/novilhas que abortaram durante o período de observação.

Teste Localização
das Fazendas
Vacas/
Novilhas
Bezerros
Nascidos
Vivos
Vacas
Abortadas
Títulos de anticorpos
contra o vírus HVB-1
Títulos de anticorpos
contra o vírus DVB
Antes da
Vacinação
Após o
Aborto
Antes da
Vacinação
Após o
Aborto
1 Eldorado
(MS)
20 19 1 1:16 1:64 NR NR
5 Itumbiara
(GO)
20 18 2 ND
1:16
1:16
1:4
1:64
1:32
1:64
1:64
6 Coxim
(MS)
20 19 1 1:64 1:64 NR NR
22 Avaré
(SP)
20 19 1 NR
1:64
NR
Tóxico
NR
NR
NR
NR
24 Cianorte
(PR)
20 17 3 Tóxico
1:16
Tóxico
Tóxico
NR
NR
NR
NR
26 Três Lagoas
(MS)
20 19 1 NR
NR
NR
NR
28 Sales Oliveira (SP) 20 18 2 1:32
1:64
1:64
1:64
NR
NR
NR
NR
42 Ipixuna
(PA)
20 17 1 NR NR NR NR
46 Matias
Cardoso (MG)
2 18 2 1:64
1:32
1:64
1:64
1:32
1:16
1:32
1:8
47 Esmeraldas
(MG)
20 16 3 NR
NR
NR
NR
NR
NR
1:14
1:32
Tóxico
NR
NR
NR
48 Nova
Veneza (GO)
20 18 2 1:64
1:64
NR
1:64
1:32
1:64
NR
1:32
55 Vassouras
(RJ)
20 19 1 NR NR NR NR
NR = Não realizado.
Soro aglutinação microscópica (SAM) contra Leptospira var. gryppotiphosa = 1:400, copenhageni = 1:100, wolffi = 1:200 e hardjo : 1:100.
Tóxico = Soro tóxico para cultura de tecidos no teste de soro neutralização.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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IMPACTO DE IBR E DE BVD SOBRE A EFICIÊNCIA REPRODUTIVA EM GADO DE CORTE
REAÇÃO CLÍNICA DE BEZERROS SOB DESAFIO DIRETO AO VÍRUS DA IBR E BVD: COMPARAÇÃO DE DUAS VACINAS E CONTROLE NEGATIVO.*
SEGURANÇA DA VACINA CATTLEMASTER 4 PRODUZIDA COM A CEPA RLB 106 DO VÍRUS HVB-1, VIVO TERMOSSENSÍVEL MODIFICADO QUIMICAMENTE, EM VACAS E/OU NOVILHAS PRENHES EM CONDIÇÕES DE CAMPO NO BRASIL*
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA DOS TRABALHOS DE EFICÁCIA E SEGURANÇA DA CEPA RLB 106 Termossensível (TS) do Herpes vírus bovino tipo I (Rinotraqueíte infecciosa bovina - IBR) em vacinas comerciais.
EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DA CAMPILOBACTERIOSE GENITAL BOVINA
ÍNDICES REPRODUTIVOS EM GADO DE CORTE
AVALIAÇÃO DA RESPOSTA DE ANTITOXINAS BETA E ÉPSILON DE CLOSTRIDIUM PERFRINGENS INDUZIDAS EM BOVINOS E COELHOS POR SEIS VACINAS COMERCIAIS NO BRASIL
LEVANTAMENTO DA INCIDÊNCIA DE REAÇÕES VACINAIS E/OU MEDICAMENTOSAS EM CARCAÇAS DE BOVINOS DESOSSA EM FRIGORÍFICOS NO BRASIL
EFICÁCIA DO CLORIDRATO DE OXITETRACICLINA DE LONGA AÇÃO NO TRATAMENTO NA ANAPLASMOSE EM BOVINOS SUBMETIDOS A PREMUNIÇÃO.
REAÇÕES VACINAIS EM BOVINOS: REAÇÕES NOS LOCAIS DE APLICAÇÃO DE VACINAS CONTRA CLOSTRIDIOSES
CONTROLE DA DIARRÉIA NEONATAL DE BEZERROS POR MEIO DA VACINAÇÃO DAS VACAS PRENHES COM SCOURGUARD 3 (K)/C E TRANSFERÊNCIA DE ANTICORPOS AOS RECÉM-NASCIDOS POR MEIO DO COLOSTRO
AVALIAÇÃO TÉCNICA E ECONÔMICA DA PECUÁRIA DE CORTE
DIAGNÓSTICO DE CLOSTRIDIOSES E CONTROLE DE QUALIDADE DAS VACINAS
PRODUÇÃO DE CARNE BOVINA DE ALTA QUALIDADE
USO TERAPÊUTICO DA TERRAMICINA/LA CONTRA ANAPLASMOSE AGUDA EM BOVINOS: RESULTADOS BRASIL
     
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