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INTRODUÇÃO
As vacinas de vírus vivos atenuados têm sido de
grande importância no controle estratégicos das
formas clínicas causadas pelo vírus da rinotraqueite
infecciosa bovina-IBR (Herpes vírus bovino tipo1).
Mas, estas vacinas vivas, quando administradas
em animais prenhes, podem induzir aborto em qualquer
fase da gestação. As vacinas de vírus inativados
conferem uma resposta imune pouco duradouro e
conseqüentemente são necessarios vários boosters
durante a vida produtiva do animal, aumentando
os custos de produção e estresse no rebanho.
Uso de mutantes termos sensíveis (TS) administrados
intranasalmente pode, pelo menos teoricamente,
combinar as vantagens das vacinas vivas com as
vantagens das inativadas (Zygraich et al., 1974).
As vacinas comerciais contendo vírus da IBR-TS
foram lançadas inicialmente na Europa, para uso
intranasal. Em seguida, nos anos 80, estas vacinas
foram lançadas nos EUA e no Canadá, tanto para
uso intranasal como intramuscular. Atualmente
encontram-se disponíveis nestes mercados diversas
combinações destas vacinas, e recentemente estes
produtos começaram também a ser comercializados
no Brasil. O objetivo deste levantamento é rever
os dados disponíveis na literatura no que se refere
à segurança e à eficácia de vacinas
comercias contendo a cepa termossensível do vírus
da IBR (Rinotraqueite Infecciosa Bovina).
HISTÓRICO DA CEPA (RLB 106 TS IBR)
O início dos estudos dos mutantes termossensíveis
de vírus respiratórios iniciou-se com Mills et
al.(1969), quando trabalhavam com uma cepa do
vírus influenza A em hamsters, e obtiveram uma
marcada redução na taxa de multiplicação do mutante
TS quando comparado com a cepa original. Resultados
similares foram encontrados por Wright et al.
(1970) com mutantes TS do vírus sinsisial respiratório,
Potash et al.(1970), com mutantes TS do vírus
parainfluenza 1, e Zigraich et al. (1972) com
mutantes TS do vírus para influenzia 3 em hamster,
quando constataram que a replicação do vírus TS
era restrita à mucosa respiratória superior, e
a cepa virulenta replicava nos pulmoes tanto quanto
na mucosa nasal.
A cepa IBR RLB 106 TS foi testada em 1972 (Reference
document: S6 - Pfizer Animal Health; Zygraich
et al., 1974), selecionada a partir de uma suspensão
de vírus IBR de campo tratado com HNO3, sendo
inativada em temperaturas ao redor de 39ºC,
o que explica a replicação apenas no nível da
mucosa do trato respiratório superior, que apresenta
a temperatura abaixo da corporal.
PROPRIEDADES IN VIVO E IN VITRO
DA CEPA RLB 106
A produção viral foi determinada comparativamente
em uma série de testes por incubação de culturas
em temperaturas que variaram de 30ºC a 40ºC.
A temperatura de inativação mostrou-se estar a
39ºC +/-0,5ºC. Nestes testes, a replicação
da cepa RLB 106 foi comparada com uma cepa virulenta
(ST 2193), ambas inoculadas com um mesmo título
inicial em monocamadas de células BFK, e observou-se
que a cepa virulenta manteve seu título a 30ºC
e a 39ºC, em quanto a RLB 106 demonstrou
uma diferença de 5 log10 entre as cepas a 39ºC
(Zygraich et al.,1974). Nesse mesmo trabalho,
a estabilidade da cepa mutante foi investigada
por passagens seriadas em monocamadas celulares
e verificou-se que os títulos a 30ºC e a
38ºC variaram entre 102, 25 e 104, 75 por
0,1 ml, enquanto a 39ºC mostrou títulos <10
0,5/0,1ml, além de não ser detectado vírus na
terceira passagem a esta temperatura, demonstrando
que o caráter termossensível permanece estável
durante a passagem in vitro. Zygraich et
al., 1974, demonstraram também em vários experimentos
in vivo com total de 51 novilhos soronegativos
inoculados com várias doses da cepa RLB 106 que
esta cepa apresenta uma virulência atenuada, já
que nenhum novilho apresenutou qualquer reação
adversa. Num destes experimentos, três novilhos
foram vacinados intranasalmente com a cepa RLB
106, permanecendo um quarto novilhos como controle,
e foram desafiados quatro semanas após com cepa
ST 2193. Os três novilho vacinados soroconverteram
entre a 2a e 4a semanas pós-vacinação e os três
mostraram um siginificativo aumento de anticorpos
após o desafio, enquanto o animal-controle mostrou
baixo título soroneutralizante após o desafio,
quando comparado com os animais vacinados. No
desafio da imunidade destes animais, nenhum dos
animais vacinados apresentou qualquer sinal de
doença, enquanto controle mostrou sinais clássicos
de IBR. Os animais vacinados excretaram menores
quantidades de vírus-desafio que o animal-controle.
Em outro experimento, Zygraich et al., 1974, observaram
que os títulos máximos interferon (entre 25 e
125) nos animais inoculados eram atingidos aos
5-7 dias pós-infecção e que o animal-controle
apresentou um título muito baixo por todo o período
de observação (<5).
SEGURANÇA E EFICÁCIA
A estabilidade da cepa RLB106 foi observada após
a inoculação em novilhos. Oito amostras de vírus
foram recuperadas desses novilhos por swab nasal
e o crescimento viral examinado em diferentes
temperaturas. Todos os oitos isolados mostraram
o mesmo modelo de cresimento e essas amostras
foram usadas para inocular outros novilhos. Os
resultados mostraram que não houve indicação de
reversão (Zygraich et al.,1974). Em quatro locais
da Bélgica, com objetivo de demonstrar a segurança
de uma dose de vacina comercial1 com a CEPA RLB
106 fornecida pela via intranasal, foram realizados
testes em 523 bovinos, sendo 159 controles.
Os animais pertenciam a dois tipos de fazenda:
fazendas de terminação/abate e fazendas de criação
e engorda de bezerros.
Os animais foram colocados em diferentes desenhos
experimentais, vacinados, acompanhados por exames
clínicos e sorológicos durante 10 dias após a
vacinação e por um período de observação de seis
meses. Reações adversas não foram observadas devido
a vacinação com a cepa TS-RLB 106. Não houve diferença
nos ganhos de peso diário entre controles e vacinados.
Além do mais, este estudo, acidentalmente, indicou
a segurança da cepa RLB 106 em animais gestantes
quando duas vacas aos seis meses de gestação de
um dos experimentos foram vacinados e não abortaram
(Reference Document: S8-Pfizer Animal Health).
A ausência de reversão da virulência foi confirmada
em um ensaio usando animais de três meses e meio
de idade, que foram vacinados intranasalmente
com a cepa RLB 106 e depois desafiados por várias
passagens com esta mesma cepa. A cada passagem
o vírus era titulado a várias temperaturas e eram
realizados exames clínicos diários nos animais
(Reference Document: S6-Pfizer Animal Health).
Kucera et al., 1978, avaliaram a segurança e a
eficácia desta mesma vacina intranasal contendo
cepa RLB 106 termossensível do vírus da Rinotraqueíte
Infecciosa Bovina, para sua introdução comercial
nos EUA e Canadá. Nesse estudo 3 testes foram
realizados: No primeiro, um teste de segurança
e imunogenicidade, 268 novilhos soronegativos
de diferentes rebanhos foram vacinados e avaliados.
Os vacinados apresentaram uma taxa de soroconversão
total de 82% (71% a 100% nos três rebanhos), enquanto
nos 132 animais-controle, soronegativos, a taxa
foi de 40,9%. Todos os novilhos permaneceram clinicamente
normais após a vacinação. No segundo teste, de
desafio da imunidade, 21 bezerros soronegativos
foram vacinados e desafiados 4 semanas após. Todos
os animais vacinados, exceto um, permaneceram
normais, enquanto os animais-controle desenvolveram
sinais de IBR. Antes do desafio ocorreu soroconversão
em todos os animais vacinados, exceto com aquele
afetado. No terceiro teste, a vacina foi administrada
a 1.019 vacas prenhes de 12 rebanhos, para demonstrar
se tinha propriedades abortogênicas. Não foram
observadas reações pós-vacinais. A vacina termossensível
mostrou-se excepcionalmente segura para uso em
vacas prenhes.
Estudos in vivo demonstraram que a cepa
vacinal RLB 106 não pode ser isolada dos órgãos
internos dos animais-testes, bem como de tecidos
fetais, e confirmaram a inabilidade da cepa TS
de replicar à temperatura corporal normal. Essa
sensibilidade à temperatura também serve para
diferenciar o vírus vacinal de outras cepas (Kucera
et al.,1978) . Outros experimentos foram feitos
com a finalidade de avaliar a segurança e a natureza
não abortogênica da cepa RLB 106 sob condições
de campo, bem como investigar os anticorpos adquiridos
de vacas imunes pelos teste de soroneutralização
e fixação de complemento. Num experimento, 26
vacas prenhes soronegativas foram utilizadas e
destas, 22 foram vacinadas intranasamente e 4
vacas foram mantidas como controle, não vacinadas
.Todas as vacas vacinadas soroconverteram até
o parto, exeto uma que tinha sido vacinada cinco
dias antes do parto; os controles permaceram soronegativos
e todas pariram bezerros normais, que permanceram
sadios.
Outros experimentos foram realizados em várias
fazendas, com grande número de animais, em áreas
infectadas pelo vírus IBR (experimento1, 2 e 3),
comparando-se com áreas em que não havia relatos
clínicos de IBR (experimento 4 e 6). Todos os
animais prenhes foram vacinados com a cepa RLB
106 TS e pariram normalmente, com exceção de um
único animal do experimento 1, que abortou cinco
dias após a vacinação e apresentou a típica forma
respiratória de IBR. Provavelmente, este caso
está relacionado a uma prévia exposição a um vírus
IBR de campo. No experimento 2, 48 animais apresentaram
sintomatologia de IBR 48 horas após a vacinação,
mas recuperaram-se rapidamente e nenhum aborto
foi relatado. Também estes casos de doença podem
ser relacionados com o próprio vírus de campo.
Estes resultados demonstraram que a cepa RLB 106
pode ser seguramente usada em fêmeas prenhes.
O experimento 1 demonstrou também que os níveis
de anticorpos para IBR foram similiares no colostro
de vacas vacinadas de 130 a 220 dias antes da
parturição. Os títulos de anticorpos nos soros
dos bezerros neonatos destas vacas, após a ingestão
do colostro, foram maiores que os títulos de anticorpos
no soro das mães ao parto (Lomba et al., Pfizer
Animal Health).
Cortese (Agri - Practice - Immunology)
avaliou os efeitos de vacina comercial não abortogênica
contendo a cepa IBR-TS combinada com outros vírus
e Leptospira sob a produção de leite em 939 vacas
de várias idades e diferentes estágios de lactação
em 18 rebanhos diferentes. Os efeitos foram mensurados
em seis ordenhas, sendo três antes da administração
intramuscular da vacina e três após a vacinação.
Para cada grupo de 50 vacas, cinco foram mantidas
como controle. Não foi observado diminuição na
produção de leite, comum em outras vacinas, principalemente
nas primeiras 24 horas pós-vacinais, quando os
animais vacinados foram comparados com os controles.
Este estudo demonstrou ainda a segurança e a eficiência
desta vacina quando usada por via intramuscular,
não se verificando nenhum tipo de anafilaxia ou
reação adversa a nenhum componente da vacina.
Outro estudo teve como proposta mostrar a habilidade
da vacina3 contendo a cepa RLB-TS combinada com
cepas do vírus BVD, BRSv e PI3 em proteger novilhas
soronegativas para BHV-1 contra aborto e natimortos
induzidos por desafio intravenoso com uma cepa
virulenta do vírus BHV-1. Neste estudo, 20 novilhas
entre 12 e 15 meses de idade foram selecionadas
e 10 receberam uma dose da vacina multivalente
por injeção intramuscular, com um booster administrativo
17 a 26 dias antes da inseminação artificial.
As outras 10 não receberam nenhuma dose, ficando
como controle. O cio das novilhas foi sincronizado,
seguindo-se a inseminação com sêmen sabidamente
livre de vírus. Antes do desafio (cepa Cooper-IBR)
os dois grupos foram mantidos juntos, a gestação
foi confirmada posteriormente por palpação retal
e os dois grupos foram separados durante e após
o desafio. Os animais tiveram seu status sorológico
acompanhado, bem como os bezerros antes de ingerir
o colostro, e o fluido pleural e sangue do coração
foram coletados de cada feto abortado, bem como
órgãos para isolamento de possíveis bactérias
abortogênicas.
Após a segunda dose da vacina, todas as novilhas
apresentaram títulos de anticorpos maiores que
os títulos dos animais-controle. Vinte a 79 dias
após o desafio, todas as novilhas controle abortaram
ou pariram bezerros natimortos, e nove de 10 controle
apresentaram sintomatologia severa por cerca de
15 dias. Dentre os animais vacinados, uma novilha
abortou precocemente, mas seu título de anticorpos
continuou crescendo, e as outras apresentaram
sintomatologia típica de IBR, que durou de um
a quatro dias. A vacina mostrou-se, portanto,
segura, eficaz e imunogênica, prevenindo os efeitos
patológicos fetais após administração intramuscular,
bem como mostrou ser um método muito eficiente
para proteção de novilhas soronegativas contra
aborto e natimortos (Cravens et al.,1996).
Cravens & Bechtol (1991) avaliaram os efeitos
do desafio direto de aerossol com o vírus da IBR
e BVD em 64 bezerros de corte desmamados divididos
em três grupos experimentais (grupo1 - vacinados
com vacina multivalente4 IBR-PI3 quimicamente
alteradas, BVD inativado, BRSV vivo midificado
e cinco serovares de Leptospira; grupo2
- vacinados com uma vacina5 com o vírus IBR, BVD,
BRSV e PI3 mortos mais cinco serovares de Leptospira;
grupo3 - animais não vacinados, controle). Os
animais foram desafiados e observaram-se a temperatura
corporal, as taxas de mortalidade e morbidade,
e realizaram-se necropsia e técnica de isolamento
viral nos animais que vieram a óbito. Os dados
de mortalidade foram de 0% no grupo 1, 13% no
grupo 2 e 58% no grupo 3. Os animais necropsiados
demonstraram lesões consistentes de IBR e BVD,
e, de dois animais, o vírus IBR e BVD foram isolados.
Quanto à morbidade, os animais do grupo1 apresentaram
8%, os do grupo2, 33%, e os do grupo3, 100%. As
duas vacinas mostraram-se altamente efetivas na
limitação da morbidade e da mortalidade, mas,
quando comparadas entre si, a vacina utilizada
no primeiro grupo mostrou-se significativamente
superior. Isto é explicado pelas vacinas de vírus
vivos simularem mais estritamente uma infecção
natural, resultando em ativação de CD8+ e CD4+
das células T auxiliares, principalmente CD8+
(resposta imunecelular), que está relacionada
à proteção contra IBR. Possivelmente aí esteja
a principal falha da vacina de vírus morto, já
que esta estimulou principalmente CD4+ (anticorpos).
Sabendo-se que a imunidade medidada por células
(CMI) é crucial na proteção e recuperação de infecções
por herpesvírus um estudo foi realizado para determinar
se um mutante termossensível de BHV-1 em uma vacina
polivalente estimula respostas de linfócitos T
em animais vacinados parenteralmente. A blatogênese
linfocitária e a liberação de interferon in
vitro foram mensuradas como indicadores da
resposta célula-mediada. Para isto, 30 novilhos
de corte foram usados, sendo 15 mantidos como
controle e os outros 15 vacinados com uma vacina
polivalente contendo BHV-1 termossensível. Foram
coletados soro para avaliação por soroneutralização
e ELISA e sangue periférico para a coleta de leucócitos,
em que se avaliaram a proliferação linfocítica
específica e indução de interferon g por meio
de inoculação em monocamadas de células MDBK.
Os resultados deste estudo indicaram que esta
vacina estimulou uma resposta de linfócitos específicos
para BHV-1.
Quatorze dos 15 animais vacinados tiveram uma
resposta imunecelular específica para BHV-1, o
que aconteceu também em dois dos animais-controle,
devido possivelmente a uma exposição ao BHV-1
ou a uma variabilidade no ensaio. A presença de
atividade do interferon no sobrenadante das culturas
leucocitárias não diferenciou animais vacinados
e não-vacinados. Este estudo mostrou ainda que
a vacina não suprimiu o sistema imune, o que às
vezes ocorre em decorrência da administração de
vacinas vivas modificadas, e pode acontecer como
resultado de infecção por BHV-1 (Ellis et al.-Agri
- Practice - Immunology). Van Donkersgoed et al.,
1991, investigaram a resposta sorológica comparativamente
em 260 novilhos de cerca de seis meses de idade,
para oito vacinas comerciais que contêm vírus
IBR, PI3, BRSV e BVD.
Os animais foram vacinados, com exceção dos controles,
e amostras de sangues coletadas para testes de
vírus-neutralização. Os resultados deste experimento
indicaram que as respostas sorológicas para os
quatro vírus em novilhos variaram entre as oitos
vacinas comerciais, entre e dentro das vacinas
vivas modificadas e vacinas mortas, e rotas de
administração. Todas as vacinas usadas aumentaram
significativamente os títulos de anticorpos virais
respectivos, mas as respostas às vacinas com vírus
morto mostraram-se pobres, e os animais com títulos
de anticorpos pré-existentes para os quatro vírus
tiveram significativamente baixas taxas de soroconversão,
quando comparados com os animais soronegativos
antes da vacinação, talvez por interferência dos
anticorpos passivos. As respostas sorológicas
foram maiores em novilhos que receberam uma dose
de vacina com vírus IBR vivo modificado que naqueles
que receberam uma dose de vacina com vírus IBR
morto. Após a segunda vacinação, as taxas de soroconversão
foram similares para as duas vacinas e os títulos
de anticorpos permaneceram maiores nos animais
que receberam vacinas com vírus IBR vivo modificado.
Esta forte resposta sorológica às vacinas com
vírus IBR vivo modificado está relacionada a uma
maior proteção contra as formas clínicas da IBR.
Não houve diferença significativa entre as respostas
sorológicas nos animais que receberam vacinas
vivas modificadas e vacinas mortas de vírus da
PI3, como também não houve diferença entre as
taxas de soroconversão para as vacinas que continham
vírus IBR vivo modificado administradas pelas
vias intramusculares e intranasanal após a primeira
dose da vacina. Entretanto, após a segunda vacinação
as vacinas de vírus IBR e PI3 vivos modificados
administradas pela via intramuscular foram superiores
àquelas administradas intranasalmente.
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