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REVISÃO BIBLIOGRÁFICA DOS TRABALHOS DE EFICÁCIA E SEGURANÇA DA CEPA RLB
106 Termossensível (TS) do Herpes vírus bovino tipo I (Rinotraqueíte infecciosa bovina - IBR) em vacinas comerciais.


 


A cepa RLB 106 termossensível, do vírus da IBR, foi estudada por vários autores e mostrou ser apatogênica e segura, quando usada como vacina viva, mesmo em vacas prenhes, não ocasionando aborto. Sua característica termossensível permite uma replicação no local de inoculação mas completamente inativada à temperatura corporal. Esta característica, diferentemente da de outras vacinas vivas modificadas, é responsável pela sua segurança, similar àquelas das vacinas inativadas, com as vantagens das vacinas vivas, induzindo alta resposta imunológica tanto humoral como celular, importantes na prevenção da IBR e na recuperação dos animais infectados.

INTRODUÇÃO
As vacinas de vírus vivos atenuados têm sido de grande importância no controle estratégicos das formas clínicas causadas pelo vírus da rinotraqueite infecciosa bovina-IBR (Herpes vírus bovino tipo1). Mas, estas vacinas vivas, quando administradas em animais prenhes, podem induzir aborto em qualquer fase da gestação. As vacinas de vírus inativados conferem uma resposta imune pouco duradouro e conseqüentemente são necessarios vários boosters durante a vida produtiva do animal, aumentando os custos de produção e estresse no rebanho.
Uso de mutantes termos sensíveis (TS) administrados intranasalmente pode, pelo menos teoricamente, combinar as vantagens das vacinas vivas com as vantagens das inativadas (Zygraich et al., 1974).
As vacinas comerciais contendo vírus da IBR-TS foram lançadas inicialmente na Europa, para uso intranasal. Em seguida, nos anos 80, estas vacinas foram lançadas nos EUA e no Canadá, tanto para uso intranasal como intramuscular. Atualmente encontram-se disponíveis nestes mercados diversas combinações destas vacinas, e recentemente estes produtos começaram também a ser comercializados no Brasil. O objetivo deste levantamento é rever os dados disponíveis na literatura no que se refere à segurança e à eficácia de vacinas comercias contendo a cepa termossensível do vírus da IBR (Rinotraqueite Infecciosa Bovina).

HISTÓRICO DA CEPA (RLB 106 TS IBR)
O início dos estudos dos mutantes termossensíveis de vírus respiratórios iniciou-se com Mills et al.(1969), quando trabalhavam com uma cepa do vírus influenza A em hamsters, e obtiveram uma marcada redução na taxa de multiplicação do mutante TS quando comparado com a cepa original. Resultados similares foram encontrados por Wright et al. (1970) com mutantes TS do vírus sinsisial respiratório, Potash et al.(1970), com mutantes TS do vírus parainfluenza 1, e Zigraich et al. (1972) com mutantes TS do vírus para influenzia 3 em hamster, quando constataram que a replicação do vírus TS era restrita à mucosa respiratória superior, e a cepa virulenta replicava nos pulmoes tanto quanto na mucosa nasal.
A cepa IBR RLB 106 TS foi testada em 1972 (Reference document: S6 - Pfizer Animal Health; Zygraich et al., 1974), selecionada a partir de uma suspensão de vírus IBR de campo tratado com HNO3, sendo inativada em temperaturas ao redor de 39ºC, o que explica a replicação apenas no nível da mucosa do trato respiratório superior, que apresenta a temperatura abaixo da corporal.

PROPRIEDADES IN VIVO E IN VITRO
DA CEPA RLB 106
A produção viral foi determinada comparativamente em uma série de testes por incubação de culturas em temperaturas que variaram de 30ºC a 40ºC. A temperatura de inativação mostrou-se estar a 39ºC +/-0,5ºC. Nestes testes, a replicação da cepa RLB 106 foi comparada com uma cepa virulenta (ST 2193), ambas inoculadas com um mesmo título inicial em monocamadas de células BFK, e observou-se que a cepa virulenta manteve seu título a 30ºC e a 39ºC, em quanto a RLB 106 demonstrou uma diferença de 5 log10 entre as cepas a 39ºC (Zygraich et al.,1974). Nesse mesmo trabalho, a estabilidade da cepa mutante foi investigada por passagens seriadas em monocamadas celulares e verificou-se que os títulos a 30ºC e a 38ºC variaram entre 102, 25 e 104, 75 por 0,1 ml, enquanto a 39ºC mostrou títulos <10 0,5/0,1ml, além de não ser detectado vírus na terceira passagem a esta temperatura, demonstrando que o caráter termossensível permanece estável durante a passagem in vitro. Zygraich et al., 1974, demonstraram também em vários experimentos in vivo com total de 51 novilhos soronegativos inoculados com várias doses da cepa RLB 106 que esta cepa apresenta uma virulência atenuada, já que nenhum novilho apresenutou qualquer reação adversa. Num destes experimentos, três novilhos foram vacinados intranasalmente com a cepa RLB 106, permanecendo um quarto novilhos como controle, e foram desafiados quatro semanas após com cepa ST 2193. Os três novilho vacinados soroconverteram entre a 2a e 4a semanas pós-vacinação e os três mostraram um siginificativo aumento de anticorpos após o desafio, enquanto o animal-controle mostrou baixo título soroneutralizante após o desafio, quando comparado com os animais vacinados. No desafio da imunidade destes animais, nenhum dos animais vacinados apresentou qualquer sinal de doença, enquanto controle mostrou sinais clássicos de IBR. Os animais vacinados excretaram menores quantidades de vírus-desafio que o animal-controle. Em outro experimento, Zygraich et al., 1974, observaram que os títulos máximos interferon (entre 25 e 125) nos animais inoculados eram atingidos aos 5-7 dias pós-infecção e que o animal-controle apresentou um título muito baixo por todo o período de observação (<5).

SEGURANÇA E EFICÁCIA
A estabilidade da cepa RLB106 foi observada após a inoculação em novilhos. Oito amostras de vírus foram recuperadas desses novilhos por swab nasal e o crescimento viral examinado em diferentes temperaturas. Todos os oitos isolados mostraram o mesmo modelo de cresimento e essas amostras foram usadas para inocular outros novilhos. Os resultados mostraram que não houve indicação de reversão (Zygraich et al.,1974). Em quatro locais da Bélgica, com objetivo de demonstrar a segurança de uma dose de vacina comercial1 com a CEPA RLB 106 fornecida pela via intranasal, foram realizados testes em 523 bovinos, sendo 159 controles.
Os animais pertenciam a dois tipos de fazenda: fazendas de terminação/abate e fazendas de criação e engorda de bezerros.
Os animais foram colocados em diferentes desenhos experimentais, vacinados, acompanhados por exames clínicos e sorológicos durante 10 dias após a vacinação e por um período de observação de seis meses. Reações adversas não foram observadas devido a vacinação com a cepa TS-RLB 106. Não houve diferença nos ganhos de peso diário entre controles e vacinados. Além do mais, este estudo, acidentalmente, indicou a segurança da cepa RLB 106 em animais gestantes quando duas vacas aos seis meses de gestação de um dos experimentos foram vacinados e não abortaram (Reference Document: S8-Pfizer Animal Health). A ausência de reversão da virulência foi confirmada em um ensaio usando animais de três meses e meio de idade, que foram vacinados intranasalmente com a cepa RLB 106 e depois desafiados por várias passagens com esta mesma cepa. A cada passagem o vírus era titulado a várias temperaturas e eram realizados exames clínicos diários nos animais (Reference Document: S6-Pfizer Animal Health).
Kucera et al., 1978, avaliaram a segurança e a eficácia desta mesma vacina intranasal contendo cepa RLB 106 termossensível do vírus da Rinotraqueíte Infecciosa Bovina, para sua introdução comercial nos EUA e Canadá. Nesse estudo 3 testes foram realizados: No primeiro, um teste de segurança e imunogenicidade, 268 novilhos soronegativos de diferentes rebanhos foram vacinados e avaliados. Os vacinados apresentaram uma taxa de soroconversão total de 82% (71% a 100% nos três rebanhos), enquanto nos 132 animais-controle, soronegativos, a taxa foi de 40,9%. Todos os novilhos permaneceram clinicamente normais após a vacinação. No segundo teste, de desafio da imunidade, 21 bezerros soronegativos foram vacinados e desafiados 4 semanas após. Todos os animais vacinados, exceto um, permaneceram normais, enquanto os animais-controle desenvolveram sinais de IBR. Antes do desafio ocorreu soroconversão em todos os animais vacinados, exceto com aquele afetado. No terceiro teste, a vacina foi administrada a 1.019 vacas prenhes de 12 rebanhos, para demonstrar se tinha propriedades abortogênicas. Não foram observadas reações pós-vacinais. A vacina termossensível mostrou-se excepcionalmente segura para uso em vacas prenhes.
Estudos in vivo demonstraram que a cepa vacinal RLB 106 não pode ser isolada dos órgãos internos dos animais-testes, bem como de tecidos fetais, e confirmaram a inabilidade da cepa TS de replicar à temperatura corporal normal. Essa sensibilidade à temperatura também serve para diferenciar o vírus vacinal de outras cepas (Kucera et al.,1978) . Outros experimentos foram feitos com a finalidade de avaliar a segurança e a natureza não abortogênica da cepa RLB 106 sob condições de campo, bem como investigar os anticorpos adquiridos de vacas imunes pelos teste de soroneutralização e fixação de complemento. Num experimento, 26 vacas prenhes soronegativas foram utilizadas e destas, 22 foram vacinadas intranasamente e 4 vacas foram mantidas como controle, não vacinadas .Todas as vacas vacinadas soroconverteram até o parto, exeto uma que tinha sido vacinada cinco dias antes do parto; os controles permaceram soronegativos e todas pariram bezerros normais, que permanceram sadios.
Outros experimentos foram realizados em várias fazendas, com grande número de animais, em áreas infectadas pelo vírus IBR (experimento1, 2 e 3), comparando-se com áreas em que não havia relatos clínicos de IBR (experimento 4 e 6). Todos os animais prenhes foram vacinados com a cepa RLB 106 TS e pariram normalmente, com exceção de um único animal do experimento 1, que abortou cinco dias após a vacinação e apresentou a típica forma respiratória de IBR. Provavelmente, este caso está relacionado a uma prévia exposição a um vírus IBR de campo. No experimento 2, 48 animais apresentaram sintomatologia de IBR 48 horas após a vacinação, mas recuperaram-se rapidamente e nenhum aborto foi relatado. Também estes casos de doença podem ser relacionados com o próprio vírus de campo. Estes resultados demonstraram que a cepa RLB 106 pode ser seguramente usada em fêmeas prenhes. O experimento 1 demonstrou também que os níveis de anticorpos para IBR foram similiares no colostro de vacas vacinadas de 130 a 220 dias antes da parturição. Os títulos de anticorpos nos soros dos bezerros neonatos destas vacas, após a ingestão do colostro, foram maiores que os títulos de anticorpos no soro das mães ao parto (Lomba et al., Pfizer Animal Health).
Cortese (Agri - Practice - Immunology) avaliou os efeitos de vacina comercial não abortogênica contendo a cepa IBR-TS combinada com outros vírus e Leptospira sob a produção de leite em 939 vacas de várias idades e diferentes estágios de lactação em 18 rebanhos diferentes. Os efeitos foram mensurados em seis ordenhas, sendo três antes da administração intramuscular da vacina e três após a vacinação. Para cada grupo de 50 vacas, cinco foram mantidas como controle. Não foi observado diminuição na produção de leite, comum em outras vacinas, principalemente nas primeiras 24 horas pós-vacinais, quando os animais vacinados foram comparados com os controles. Este estudo demonstrou ainda a segurança e a eficiência desta vacina quando usada por via intramuscular, não se verificando nenhum tipo de anafilaxia ou reação adversa a nenhum componente da vacina. Outro estudo teve como proposta mostrar a habilidade da vacina3 contendo a cepa RLB-TS combinada com cepas do vírus BVD, BRSv e PI3 em proteger novilhas soronegativas para BHV-1 contra aborto e natimortos induzidos por desafio intravenoso com uma cepa virulenta do vírus BHV-1. Neste estudo, 20 novilhas entre 12 e 15 meses de idade foram selecionadas e 10 receberam uma dose da vacina multivalente por injeção intramuscular, com um booster administrativo 17 a 26 dias antes da inseminação artificial. As outras 10 não receberam nenhuma dose, ficando como controle. O cio das novilhas foi sincronizado, seguindo-se a inseminação com sêmen sabidamente livre de vírus. Antes do desafio (cepa Cooper-IBR) os dois grupos foram mantidos juntos, a gestação foi confirmada posteriormente por palpação retal e os dois grupos foram separados durante e após o desafio. Os animais tiveram seu status sorológico acompanhado, bem como os bezerros antes de ingerir o colostro, e o fluido pleural e sangue do coração foram coletados de cada feto abortado, bem como órgãos para isolamento de possíveis bactérias abortogênicas.
Após a segunda dose da vacina, todas as novilhas apresentaram títulos de anticorpos maiores que os títulos dos animais-controle. Vinte a 79 dias após o desafio, todas as novilhas controle abortaram ou pariram bezerros natimortos, e nove de 10 controle apresentaram sintomatologia severa por cerca de 15 dias. Dentre os animais vacinados, uma novilha abortou precocemente, mas seu título de anticorpos continuou crescendo, e as outras apresentaram sintomatologia típica de IBR, que durou de um a quatro dias. A vacina mostrou-se, portanto, segura, eficaz e imunogênica, prevenindo os efeitos patológicos fetais após administração intramuscular, bem como mostrou ser um método muito eficiente para proteção de novilhas soronegativas contra aborto e natimortos (Cravens et al.,1996).
Cravens & Bechtol (1991) avaliaram os efeitos do desafio direto de aerossol com o vírus da IBR e BVD em 64 bezerros de corte desmamados divididos em três grupos experimentais (grupo1 - vacinados com vacina multivalente4 IBR-PI3 quimicamente alteradas, BVD inativado, BRSV vivo midificado e cinco serovares de Leptospira; grupo2 - vacinados com uma vacina5 com o vírus IBR, BVD, BRSV e PI3 mortos mais cinco serovares de Leptospira; grupo3 - animais não vacinados, controle). Os animais foram desafiados e observaram-se a temperatura corporal, as taxas de mortalidade e morbidade, e realizaram-se necropsia e técnica de isolamento viral nos animais que vieram a óbito. Os dados de mortalidade foram de 0% no grupo 1, 13% no grupo 2 e 58% no grupo 3. Os animais necropsiados demonstraram lesões consistentes de IBR e BVD, e, de dois animais, o vírus IBR e BVD foram isolados. Quanto à morbidade, os animais do grupo1 apresentaram 8%, os do grupo2, 33%, e os do grupo3, 100%. As duas vacinas mostraram-se altamente efetivas na limitação da morbidade e da mortalidade, mas, quando comparadas entre si, a vacina utilizada no primeiro grupo mostrou-se significativamente superior. Isto é explicado pelas vacinas de vírus vivos simularem mais estritamente uma infecção natural, resultando em ativação de CD8+ e CD4+ das células T auxiliares, principalmente CD8+ (resposta imunecelular), que está relacionada à proteção contra IBR. Possivelmente aí esteja a principal falha da vacina de vírus morto, já que esta estimulou principalmente CD4+ (anticorpos).
Sabendo-se que a imunidade medidada por células (CMI) é crucial na proteção e recuperação de infecções por herpesvírus um estudo foi realizado para determinar se um mutante termossensível de BHV-1 em uma vacina polivalente estimula respostas de linfócitos T em animais vacinados parenteralmente. A blatogênese linfocitária e a liberação de interferon in vitro foram mensuradas como indicadores da resposta célula-mediada. Para isto, 30 novilhos de corte foram usados, sendo 15 mantidos como controle e os outros 15 vacinados com uma vacina polivalente contendo BHV-1 termossensível. Foram coletados soro para avaliação por soroneutralização e ELISA e sangue periférico para a coleta de leucócitos, em que se avaliaram a proliferação linfocítica específica e indução de interferon g por meio de inoculação em monocamadas de células MDBK. Os resultados deste estudo indicaram que esta vacina estimulou uma resposta de linfócitos específicos para BHV-1.
Quatorze dos 15 animais vacinados tiveram uma resposta imunecelular específica para BHV-1, o que aconteceu também em dois dos animais-controle, devido possivelmente a uma exposição ao BHV-1 ou a uma variabilidade no ensaio. A presença de atividade do interferon no sobrenadante das culturas leucocitárias não diferenciou animais vacinados e não-vacinados. Este estudo mostrou ainda que a vacina não suprimiu o sistema imune, o que às vezes ocorre em decorrência da administração de vacinas vivas modificadas, e pode acontecer como resultado de infecção por BHV-1 (Ellis et al.-Agri - Practice - Immunology). Van Donkersgoed et al., 1991, investigaram a resposta sorológica comparativamente em 260 novilhos de cerca de seis meses de idade, para oito vacinas comerciais que contêm vírus IBR, PI3, BRSV e BVD.
Os animais foram vacinados, com exceção dos controles, e amostras de sangues coletadas para testes de vírus-neutralização. Os resultados deste experimento indicaram que as respostas sorológicas para os quatro vírus em novilhos variaram entre as oitos vacinas comerciais, entre e dentro das vacinas vivas modificadas e vacinas mortas, e rotas de administração. Todas as vacinas usadas aumentaram significativamente os títulos de anticorpos virais respectivos, mas as respostas às vacinas com vírus morto mostraram-se pobres, e os animais com títulos de anticorpos pré-existentes para os quatro vírus tiveram significativamente baixas taxas de soroconversão, quando comparados com os animais soronegativos antes da vacinação, talvez por interferência dos anticorpos passivos. As respostas sorológicas foram maiores em novilhos que receberam uma dose de vacina com vírus IBR vivo modificado que naqueles que receberam uma dose de vacina com vírus IBR morto. Após a segunda vacinação, as taxas de soroconversão foram similares para as duas vacinas e os títulos de anticorpos permaneceram maiores nos animais que receberam vacinas com vírus IBR vivo modificado. Esta forte resposta sorológica às vacinas com vírus IBR vivo modificado está relacionada a uma maior proteção contra as formas clínicas da IBR. Não houve diferença significativa entre as respostas sorológicas nos animais que receberam vacinas vivas modificadas e vacinas mortas de vírus da PI3, como também não houve diferença entre as taxas de soroconversão para as vacinas que continham vírus IBR vivo modificado administradas pelas vias intramusculares e intranasanal após a primeira dose da vacina. Entretanto, após a segunda vacinação as vacinas de vírus IBR e PI3 vivos modificados administradas pela via intramuscular foram superiores àquelas administradas intranasalmente.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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ELLIS, J.A; HASSARD, L.E..; CORTESES, V. Stimulation of Bovine Herpesvirus -1 Specific Linphocyte and Antibody Responses in Cattle Following Immunization With a Polyvalent Vaccine. Agri - Practice - Immunology.
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ZYGRAICH, N., VASCOBONIC, E.; HUYGELEN. C. Replication of a Temperature Sensivite Mutant of Infectious Bovine Rhinotracheitis Virus in the Tissues of Inoculated Calves. Zbl. Vet. Med. B, v. 21, p. 138-144, 1974.


IMPACTO DE IBR E DE BVD SOBRE A EFICIÊNCIA REPRODUTIVA EM GADO DE CORTE
REAÇÃO CLÍNICA DE BEZERROS SOB DESAFIO DIRETO AO VÍRUS DA IBR E BVD: COMPARAÇÃO DE DUAS VACINAS E CONTROLE NEGATIVO.*
SEGURANÇA DA VACINA CATTLEMASTER 4 PRODUZIDA COM A CEPA RLB 106 DO VÍRUS HVB-1, VIVO TERMOSSENSÍVEL MODIFICADO QUIMICAMENTE, EM VACAS E/OU NOVILHAS PRENHES EM CONDIÇÕES DE CAMPO NO BRASIL*
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA DOS TRABALHOS DE EFICÁCIA E SEGURANÇA DA CEPA RLB 106 Termossensível (TS) do Herpes vírus bovino tipo I (Rinotraqueíte infecciosa bovina - IBR) em vacinas comerciais.
EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DA CAMPILOBACTERIOSE GENITAL BOVINA
ÍNDICES REPRODUTIVOS EM GADO DE CORTE
AVALIAÇÃO DA RESPOSTA DE ANTITOXINAS BETA E ÉPSILON DE CLOSTRIDIUM PERFRINGENS INDUZIDAS EM BOVINOS E COELHOS POR SEIS VACINAS COMERCIAIS NO BRASIL
LEVANTAMENTO DA INCIDÊNCIA DE REAÇÕES VACINAIS E/OU MEDICAMENTOSAS EM CARCAÇAS DE BOVINOS DESOSSA EM FRIGORÍFICOS NO BRASIL
EFICÁCIA DO CLORIDRATO DE OXITETRACICLINA DE LONGA AÇÃO NO TRATAMENTO NA ANAPLASMOSE EM BOVINOS SUBMETIDOS A PREMUNIÇÃO.
REAÇÕES VACINAIS EM BOVINOS: REAÇÕES NOS LOCAIS DE APLICAÇÃO DE VACINAS CONTRA CLOSTRIDIOSES
CONTROLE DA DIARRÉIA NEONATAL DE BEZERROS POR MEIO DA VACINAÇÃO DAS VACAS PRENHES COM SCOURGUARD 3 (K)/C E TRANSFERÊNCIA DE ANTICORPOS AOS RECÉM-NASCIDOS POR MEIO DO COLOSTRO
AVALIAÇÃO TÉCNICA E ECONÔMICA DA PECUÁRIA DE CORTE
DIAGNÓSTICO DE CLOSTRIDIOSES E CONTROLE DE QUALIDADE DAS VACINAS
PRODUÇÃO DE CARNE BOVINA DE ALTA QUALIDADE
USO TERAPÊUTICO DA TERRAMICINA/LA CONTRA ANAPLASMOSE AGUDA EM BOVINOS: RESULTADOS BRASIL
     
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